terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Segurança Orgânica !





O que é Segurança Orgânica?


Segurança Orgânica em um sentido mais amplo seria toda ação, cautelas e medidas de proteção adotada por toda organização. Tanto nas públicas quanto nas privadas existe uma preocupação crescente com essas medidas de segurança que pode ser estendida a grande número de colaboradores.

No Poder Público - Algumas instituições públicas possuem um corpo de servidores, cuja principal função é exercer a segurança orgânica patrimonial, voltada para a proteção do patrimônio, bem como dos demais servidores e serviços oferecidos ao público.
Para a legislação de Segurança Privada - as empresas do ramo de atividade diferente da segurança privada e do transporte de valores, que utilizar pessoal do próprio corpo de colaboradores para exercer essas atividades, deve solicitar autorização à Polícia Federal, adequando-se à legislação própria.

Para a PF toda atividade desenvolvida visando proteger patrimônio, pessoas e valores, se constitui em atividade de segurança privada, sendo imprescindível possuir o alvará de funcionamento para comprovar sua regularidade.


Como legalizar ?

Para legalizar ou obter autorização para funcionar um Serviço Orgânico de Segurança é necessário possuir empregado(s) que tenham realizado o Curso de Formação de Vigilantes em uma Escola autorizada pela Polícia Federal (PF).

Caso não tenha no quadro funcional empregado que possua o curso de vigilante, poderá ser encaminhado aquele(s) preencha(m) os requisitos necessários para a capacitação na Escola autorizada.

A documentação da empresa (Contrato Social, CNPJ, Inscrições) deve ser escaneada, juntamente com a documentação do Responsável pela Segurança.

Deve ser escolhido um uniforme que não se assemelhe ao das Forças Armadas e Forças Auxiliares.

Todo o processo de Autorização deverá ser digital, utilizando-se o Programa PGDWEB, da própria PF.

Após autorizado a empresa ficará ligada a um das Unidades da PF pelo País afora.


Quem fiscaliza e controla ?
Cabe ao Ministério da Justiça, através da Polícia Federal, o controle e fiscalização da atividade de Segurança privada no País.


Nas capitais do estados, onde estão sediadas as Superintendências Regionais da Polícia Federal, existem as Delegacias de Controle de Segurança Privada - DELESP, responsáveis por tais atribuições.

Já nas Unidades localizadas no interior dos estados (Delegacia de Polícia Federal) compete às Comissões de Vistoria (CV´).


A nível nacional, a Coordenação Geral de Controle de Segurança Privada (CGCSP), Órgão Central normativo, expede os alvarás para funcionamento, autorização para compra de armas, etc.


Quem pode ter esse serviço ?

Todo pessoa jurídica de direito privado (possuidoras de CNPJ) podem obter na PF autorização para constituir um Serviço Orgânico de Segurança, mediante o preenchimento dos requisitos legais, através de um processo de solicitação de autorização.

Não existe uma número determinado de vigilantes, a partir de um profissional, já é possível implantar o serviço.


Exemplos de pessoas jurídicas que possuem esse serviço:

Centros de Lojas (Shopping Center);

Clubes;

Condomínios Residenciais;

Escolas;

Hospitais;

Hotéis;

Igrejas;

Indústrias;

Instituições financeiras;

Lojas;

Postos de Gasolina;

Propriedades Rurais (Fazendas, Chácaras, etc.)

Restaurantes;

Usinas de Açúcar;



Legislação ?


A atividade de Segurança Privada é definida e regulamentada pela seguinte legislação federal:

Lei nº 7.102/83, alterada pelas Leis nº 8.863/94 e 9.017/95.

Decreto nº 89.056/83, alterado pelo Decreto nº 1.592/94

Portaria nº 387/06-DG/DPF, alterada pelas Portarias nº 515/07, 358/09, 408/09 781/10 e 1 670/10.

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Perfil do Gestor em Segurança - um guia para candidatos e recrutadores






No atual cenário empresarial, variáveis como complexidade, incertezas, ameaças, riscos potenciais ou iminentes nunca foram tão presentes. O momento, ditado pelo mercado, passou a exigir profissionais cada vez mais capacitados para atuar nas diversas áreas de negócios. Destarte, quando se fala em sobrevivência do negócio, o fator segurançaaparece como algo vital para a sobrevivência das empresas. Mas, o sucesso na condução dos negócios depende, essencialmente, das pessoas, dos diversos profissionais que compõem uma empresa. No que se refere à Segurança, não há mais espaços para o empirismo, afinal, trata-se de uma área estratégica para a empresa que, em função de sua complexidade, exige a atuação de profissionais cada vez mais capacitados e aptos para esta empreitada. Dentro deste contexto, muito se tem falado a respeito do profissional responsável pelo departamento de Segurança nas empresas públicas ou privadas. No intuito de responder algumas indagações, vamos discorrer sobre o perfil do Gestor de Segurança.

No Brasil, diversas instituições de ensino superior, há cerca de 10 anos, vêm oferecendo cursos de graduação e pós-graduação na área de segurança pública e privada. Quanto ao nome dos cursos, existem várias denominações: Gestão em Segurança Privada, Gestão em Segurança Empresarial, Gestão Estratégica da Segurança Corporativa, Analista de Riscos, etc.

Em 2010, foi reconhecido pelo Ministério de Trabalho e Emprego a profissão do Gestor em Segurança com o CBO (Código Brasileiro de Ocupação) nº 2526-05. O MTE classificou esta profissional e traçou algumas características no que concerne ao perfil profissiográfico do Gestor em Segurança.



Características e responsabilidades do Gestor em Segurança, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego:


1. Características, responsabilidades e competências do Gestor em Segurança



1.1. Área de atuação

Profissionais da administração dos serviços de segurança.



1.2. Títulos para o Gestor em segurança

Gerente de segurança empresarial, Tecnólogo em gestão de segurança empresarial, Tecnólogo em gestão de segurança privada.



1.3. Descrição Sumária

Gerenciam as atividades de segurança em geral. Elaboram planos e políticas de segurança. Realizam análises de riscos, adotam medidas preventivas e corretivas para proteger vidas, o patrimônio e restaurar as atividades normais de empresas. Administram equipes, coordenam serviços de inteligência empresarial e prestam consultoria e assessoria.



1.4. Condições gerais de exercício

Os profissionais da segurança privada atuam em empresas privadas ou públicas, em atividades industriais, comerciais e de serviços em geral. Podem trabalhar com carteira assinada ou conta própria/autônomo. Trabalham em equipe, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e horários irregulares. O trabalho pode ser exercido de forma presencial ou à distância.



1.5. Formação e experiência

Para o pleno exercício da função é necessário graduação tecnológica em segurança privada ou curso superior, em outra área mais curso de especialização em segurança. Experiência profissional de menos de um ano.


2. Competências do Gestor em Segurança



Esse profissional atua no planejamento, gerenciamento e execução de políticas públicas na área de segurança. Elabora, planeja, gerencia e executa estratégias de segurança para empresas privadas.

Deve conhecer as diversidades regionais, sociais, econômicas, culturais e a política da área de segurança existente no país. Deve ser conhecedor dos Direitos Humanos, da Constituição Brasileira e ter referências éticas sólidas.



2.1. Gerenciar atividades de segurança

Atividades:

• Gerenciar atividades de segurança patrimonial.

• Gerenciar atividades de transporte de valores.

• Gerenciar atividades de escolta armada.

• Gerenciar atividades de segurança pessoal.

• Gerenciar atividades de segurança eletrônica.

• Conduzir sindicância interna.

• Participar de atividades de segurança da informação.

• Interagir com demais áreas da empresa e órgãos externos.

• Elaborar projetos de segurança.

• Elaborar política de segurança.

• Elaborar normas e procedimentos.

• Elaborar planejamento estratégico.

• Elaborar plano tático.



2.1.1. Elaborar Planos de Segurança

• Elaborar plano operacional.

• Elaborar planos de contingência e/ou emergência.

• Elaborar plano de continuidade de negócio.

• Elaborar planos de gerenciamento de crise.

• Propor ações para mitigação de riscos.



2.1.2. Realizar análise de Riscos

• Identificar riscos.

• Identificar vulnerabilidades.

• Classificar riscos.

• Identificar ameaças.

• Identificar impactos.

• Identificar probabilidade de sinistro.

• Identificar ativos a serem protegidos (tangíveis e intangíveis).

• Analisar trajeto.



2.2. Administrar Recursos Humanos

• Ministrar treinamentos e cursos.

• Participar da integração de funcionários.

• Monitorar comportamento.

• Elaborar escala de trabalho.

• Remanejar funcionários.

• Fiscalizar documentação legal de funcionário (vigilante).

• Solicitar demissão de funcionário.



2.3. Gerir Recursos Financeiros e Materiais

• Propor desenvolvimento e/ou melhorias de produtos de segurança.

• Definir equipamentos de segurança.

• Selecionar fornecedores.

• Aprovar compras de equipamentos e serviços de segurança.

• Conferir materiais e serviços solicitados.



2.4. Coordenar Atividades de Inteligência Empresarial

• Receber informações.

• Selecionar informações.

• Selecionar receptores das informações.

• Analisar informações.

• Propor ações preventivas e corretivas.

• Difundir informações.

• Simular cenários.



2.5. Prestar Consultoria/Assessoria

• Identificar necessidades do cliente.

• Emitir parecer de segurança.

• Negociar contrato.

• Acompanhar implementação do plano ou projeto de segurança.

• Auditorar plano e/ou projeto de segurança.


3. Competências pessoais para o Gestor em Segurança



• Demonstrar liderança.

• Demonstrar visão estratégica.

• Demonstrar pró-atividade.

• Demonstrar perspicácia.

• Demonstrar flexibilidade.

• Demonstrar capacidade de negociação.

• Demonstrar liderança.

• Demonstrar capacidade de persuasão.

• Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe.

• Demonstrar capacidade de administrar conflitos.

• Demonstrar equilíbrio emocional.

• Demonstrar capacidade de observação.

• Demonstrar capacidade de manter sigilo.


4. Considerações finais



Gerir um departamento de segurança ou atuar nas diversas áreas deste segmento, não é uma tarefa fácil. É necessário o domínio de diversas áreas do conhecimento e, sobretudo, compreender a conjuntura que envolve o processo segurança na gestão de uma empresa. Por isso, é mister informar que, a escolha de um profissional com formação específica é necessária.

Conduzir os processos que envolvem a segurança, em suas diversas ramificações, é algo espinhoso e complexo, por isso, a escolha do Gestor em Segurança deve ser pautada levando-se em conta a sua formação acadêmica, pois, caso contrário, existe o risco da área de segurança ser conduzida por pseudos gestores.
Sugestão de leitura: Dicas e Macetes do Gestor de Segurança.


FONTE: OGUEDES

DEPUTADOS SE UNEM A VIGILANTES PARA APROVAÇÃO DO ADICIONAL DE RISCO

 Vigilantes de todo o Brasil participaram da 3ª Marcha, rumo a Câmara dos Deputados para pressioná-los a votarem o projeto de lei 1033, que garante o adicional de risco para toda categoria.









Lideres ocuparam as galerias da Câmara dos Deputados para acompanhar os pronunciamentos dos parlamentares, enquanto outros visitavam os gabinetes e lideranças partidárias, e também se colocando estrategicamente na entrada do plenário para entregar uma carta aberta pedindo agilidade na votação dos projetos que tratam do Adicional de Risco de Vida dos Vigilantes, principalmente o PL 1033. Se alguns deputados e deputadas ainda tinham dúvidas sobre o risco da atividade, agora não têm mais. E este é o reconhecimento com o qual temos lutado intensamente, mas para ser consolidado, é preciso que se vote urgentemente o PL 1033 que está a quase três meses na “fila” para entrar na Ordem do Dia e seguir para votação em plenário da Câmara dos Deputados. Temos certeza que a Marcha do dia 25/10 deu mais um empurrão para que a matéria seja votada e aprovada ainda este ano, pois conquistou novos apoios e em dois dias seis novos requerimentos de parlamentares foram apresentados pedindo a inclusão do PL 1033 na Ordem do Dia para votação em plenário. Na tarde do dia 25/10, diversos deputados, durante seus discursos no pequeno e no grande expediente, anunciaram a presença dos vigilantes nas dependências da Câmara dos Deputados e declararam apoio ao nosso pleito. Isto significa que a nossa movimentação com a realização das Marchas, ocupação das galerias, audiências, conversas com parlamentares e líderes de partidos nos aproximam cada vez mais da vitória. É uma questão de tempo para alcançarmos essa conquista.



Não se acomodem, continuem mandando e-mail para os deputados federais do seu estado e revindicando o seu adicional de 30% de risco de vida, a luta não pode parar .

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Concursos para Polica Federal e PRF a caminho !


Ministro da Justiça só aguarda sinal verde do Planejamento

Rio - As polícias Federal e Rodoviária Federal vão ganhar reforço em seus quadros. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, informou que aguarda avaliação financeira do Ministério do Planejamento para convocação de concursos públicos nas duas áreas. O levantamento deve ser concluído até o fim da semana.
Segundo o ministro, o número de vagas ainda não foi definido, mas, espera que a liberação ocorra o mais rapidamente possível. “Haverá, sim, realização de concursos para provimento de cargos. O objetivo é preencher o maior número de cargos, dentro das nossas condições orçamentárias. Para isso, preciso de avaliação financeira do Ministério do Planejamento”, garantiu Cardozo, durante coletiva ontem na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ).
Cardozo informou que o reforço será aplicado no Plano Nacional de Policiamento de Fronteiras e também será empregado no programa de combate às drogas, desenvolvido com o Ministério da Saúde, e nos grandes eventos que o País sediará, como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016. Os dois terão a segurança coordenada pela Secretaria Extraordinária de Segurança em Grandes Eventos.


4.500 VAGAS ATÉ 2014
A diretora-geral da PRF, Maria Alice Souza, encaminhou proposta à Casa Civil para a criação de 4.500 vagas nos próximos três anos, como O DIA noticiou ontem. “Mas, ainda não é possível ter certeza de quantas vagas serão criadas. Isso vai depender do entendimento com os técnicos do Planejamento”, informou o ministro Cardozo. A previsão da PRF é que 1.500 vagas sejam abertas a cada ano até 2014.

 Todos sabem que o déficit da Policia Rodoviaria Federal é bem maior do que o da Policia Federal!
Se confirmar essa espectativa será de 1500 vagas por ano.
Vamos Aproveitar esse Oportunidade !


Fonte: http://odia.ig.com.br


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Arma com chip só dispara na mão do dono !


São Paulo – Pesquisador brasileiro cria sistema de segurança para armas de fogo que evitaria grande parte dos acidentes: um chip implantado na pele que impede o disparo por qualquer um que não o dono.
O mecanismo foi desenvolvido pensando especialmente na segurança de crianças e adolescentes. Ele poderia evitar casos como o do menino de 10 anos de São Caetano do Sul (SP), que atirou contra a professora na escola e depois contra si. “Disparos acidentais ou suicídio com armas de fogo são a segunda maior causa de morte entre crianças e adolescentes no mundo, perdendo apenas para traumatismos”, diz o Dr. Mário Gazziro, responsável pelo projeto.

A “arma eletrônica” possui uma bobina em seu interior que só é destravada, via rádio, na presença do chip, uma peça de 9 mm por 1,2mm que passa pela agulha da injeção e é alojada próxima ao dedo mindinho da mão .
“Essa é uma região com pouca gordura e poucos vasos sanguíneos”, explica Gazziro, pós-doutorando do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP). O chip funciona entre 5 e 10 cm da arma, e, depois de ser identificado, leva 5 milionésimos de segundo para acionar e destravar o circuito.
Há pouco mais de um ano, o pesquisador se tornou cobaia de seu próprio experimento e teve implantado, na mão esquerda, um chip. “Ele vem revestido de um material não rejeitado pelo organismo e é muito mais preciso e seguro do que um sistema de digitais”, conta.
A primeira versão do projeto, para uso civil, já está pronta e disponível para empresas interessadas em instalar o chip nas armas.  Até o final do ano, alguns policiais de Minas Gerais devem começar a testar o equipamento no dia a dia. Mas os planos do dr. Gazziro, que é também docente do Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação da USP, vão além do simples bloqueio da arma.

Software




O projeto da arma eletrônica pode ganhar uma versão upgrade para calibres maiores, como rifles: a ideia é colocar GPRS, 3G e GPS nesses dispositivos, criando um sistema de rastreamento de disparos em tempo real.
“Já começamos a desenvolver esse software que, no momento do disparo, registrará onde, quando e quem disparou”, explica Gazziro. “Já possuímos um sistema de rastreamento de animais, como o gado, via chip. Por que não fazer o mesmo com armas?”.

Fonte; http://info.abril.com.br

 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Armas não letais !

 

Bala de borracha
Quando é - usada Para conter tumultos violentos em manifestações ou rebeliões
O que é - Como uma bala normal, ela tem uma cápsula com pólvora para impulsioná-la e uma ponta - a parte que atinge o alvo. A diferença é que a ponta não é de metal como nas balas comuns, mas de borracha. A vantagem desse material é que ele não perfura a pele. Mas a bala de borracha pode causar ferimentos graves se atingir o rosto ou até mesmo ser fatal em pontos como a garganta. Por isso os tiros só devem ser dados na direção das pernas
 

Gás lacrimogêneo
Quando é - usado Para dispersar multidões e também em operações de resgate
O que é - Já chorou cortando cebola? É essa a sensação causada pelo gás lacrimogêneo. Ele parece uma granada e pode ser jogado com a mão ou com uma arma lançadora. Não confundir com as bombas de efeito moral. Estas podem ser de vários tipos: tem as que explodem fazendo só muito barulho, as que emitem luz intensa para ofuscar e as que soltam fumaça. Nada disso machuca, mas, quando estouram, as bombas soltam fragmentos que podem ferir


Spray de pimenta
Quando é - usado Como arma de defesa pessoal ou para dispersar tumultos. É raro, mas também pode ser usado no resgate de reféns. Neste caso, é lançada uma grande quantidade do gás no ambiente em que está o seqüestrador
O que é - O gás que sai é chamado de agente OC (Oleoresina capsicum). Capsicum é um gênero de pimentas de onde é extraída a capsaicina, substância que causa forte irritação nos olhos e nas vias respiratórias. O efeito de um jato na cara pode durar até 40 minutos!\
 

Taser
Quando é - usado Tem função parecida com a do bastão de choque, imobilizando agressores. A grande vantagem é que o taser pode ser usado a longa distância
O que é - - 1. O taser parece uma pistola comum, mas tem uma "bala" diferente. O gatilho aciona um sistema de ar comprimido e ainda regula uma descarga elétrica / 2. Impulsionado pelo ar comprimido, dois dardos são lançados em direção ao alvo. Os dardos ficam conectados à pistola por fios metálicos que podem chegar a quase 11 m / 3. Os dardos penetram 2,5 cm na pele e transmitem descargas elétricas de até 50 mil volts - igual ao bastão de choque. É possível dar descargas contínuas mantendo o gatilho apertado
 
Bastão de choque
Quando é - usado Como arma de defesa pessoal ou em ações para imobilizar um fugitivo suspeito ou um agressor
O que é - Popularmente conhecido como "choquinho", este pequeno aparelho emite descargas elétricas de até 50 mil volts, mas de baixa amperagem, o que só paralisa o agressor. Sua utilização é simples: não precisa mirar, nem nada, é só encostar o aparelho na pessoa para provocar o choque. Das armas listadas aqui é a única que não tem uso controlado no Brasil


- Bombas de efeito moral: muitas pessoas confundem com as bombas de efeito moral, mas são coisas diferentes: a bomba de efeito moral possui diferentes efeitos, dependendo de sua finalidade. Existem as que soltam uma luz intensa que afeta temporariamente a visibilidade da pessoa atingida, ou então as que apenas provocam barulho para assustar. Embora o efeito não machuque as pessoas, as forças policiais precisam tomar cuidado ao manuseá-las, já que os estilhaços podem ferir alguém.

Vem mais por aí! 
Ainda em testes, novas armas que não matam parecem tiradas do cinema

DISPARO SÔNICO


O que é - Inicialmente foi desenvolvido no meio militar como um equipamento de áudio para transmitir avisos a longas distâncias, sem deixar o som "rachado", incompreensível. Logo surgiu a idéia de transformá-lo numa arma não letal para dispersar multidões, pois ele pode emitir um som insuportavelmente alto para o ouvido humano
Problema - Ainda está em fase de testes. O grande desafio para os pesquisadores militares é que não dá para direcionar o som para uma área específica que se queira atingir

ONDAS QUENTES


O que é - O ADS - sigla em inglês para "sistema ativo de recusa" - emite ondas invisíveis que penetram até 0,4 milímetro na pele. Essa radiação faz com que as moléculas de água da região atingida se agitem - princípio parecido com o do forno de microondas - "queimando" a pele das pessoas e dispersando uma multidão
Problema - A pele tem várias espessuras. Nas pálpebras, é de só 0,3 milímetro e as ondas atingiriam os olhos. Além disso, numa multidão, as pessoas perto do ADS não conseguirão se afastar a tempo de evitar queimaduras graves
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